Século 21, ano de 2018... um tempo aonde as liberdades de expressões estão mais sinceras, claras e diretas. Pessoas que antes tinham medo, retiam anseio pela mudança, e talvez não quisessem ser taxadas de algo que eram, e não admitiam, hoje conseguem ter voz ativa, ser elas mesmas, e por mais que digam que não, as escolhas são nossas, e apenas nossas.
Garotos, Garotas... classificações retóricas, livros antigos indicam os termos pré conceituados sem a menor intenção do correto, subjulgando castas menores, com meras apologias a um crescente regresso, uma enfermidade mental, como diziam os psiquiatras passados. Um mundo aonde mulheres não tinham voz, nem podiam votar... homens não podiam ser algo de diferente do que queriam, não podiam se expressar, ou demonstrar um elo de fraqueza, chorar... cores definidas, opressão ditada, e falsas verdades expostas a luz, soando como belas mentiras... aonde a terra era o centro do universo, e os verdadeiros sábios eram reprimidos, e tinham o conhecimento oprimido pela causa maior.
Heterossexual, homossexual, bissexual, transsexual, travesti, transgênero, metrossexual, binário, não-binário, e etc, são as palavras que usam para definir nossa sexualidade, e gênero de ser, que antes de mais nada, deveriam lembrar que somos de uma mesma etnia, uma mesma raça e linhagem , a qual, em minha ínfima opinião, deveria ser chamada de "Humano Sapiens", e suas respectivas linhas tênues de gêneros, e opções sexuais. Cada um define o que é, e o que quer, independente do que falem.
Coisas externas como cores, roupas, tatuagens, cabelo, maquiagens, são algo em certos pontos, nos definem sobre o que gostamos, o que nos agrada, e temos a liberdade disso, de ser isso. Vejo gente sendo degrinida em ruas, por um corte o tonalidade de cabelo, tinta na pele, rotulam tatuados de drogados geralmente, existem também uma parcela da menoria que desrespeitam seus semelhantes, seus iguais, por simplesmente questões sexuais, além de outros pré-julgarem alguém devido ao modo de falar, de opinar, e falar em púbico. Em uma era de respeito, por que os que mais querem respeito, são os que menos respeitam?
Contudo, gênero e sexualidade são assuntos que devemos tratar, e ouvir, sabendo lidar, tentar entender, e conseguir ter a reciprocidade de uma convivência melhor, um passo a frente melhor do que há seculos atrás, como dizia um velho patriota, com a nossa emblemática e controversa bandeira da república brasileira,aonde devemos ter uma ordem justa, e fazer o real progresso.
Autor: Leonardo Akashiya

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